Estudo conduzido pela Universidade de San Diego descobriu que edifícios sustentáveis não são bons apenas ao meio ambiente, mas também às pessoas que vivem ou trabalham neles. De acordo com a pesquisa, inquilinos de prédios “verdes” ficam menos doentes (deixam de perder até 2,88 dias de trabalho por ano) e cerca de 55% deles informaram que estão mais produtivos. O aumento na produtividade e nos dias trabalhados geram lucro de cerca de 20 dólares por metro quadrado nesses edifícios.
O estudo também mostrou que edifícios verdes têm taxa de desocupação até 3,5% inferior aos prédios comuns e taxa de arrendamento no mercado até 13% maior. O trabalho foi baseado em pesquisas feitas em 154 imóveis que possuem a certificação LEDD (Leadership in Energy and Environmental Design) ou que possuem o rótulo de Energy Star da Agência Ambiental Americana.
Um outro relatório divulgado na última semana, realizado pelas organizações americanas Green Building Council e Booz Allen Hamilton, concluiu que a construção de novos edifícios verdes ou a modernização de estruturas já existentes vão gerar cerca de 7,9 milhões de postos de trabalho e injetar 554 bilhões de dólares na economia americana nos próximos quatro anos. O impacto econômico total do mercado de construção verde entre 2000 e 2008, segundo este documento, foi de 178 bilhão de dólares injetados na economia, criação de 2,4 milhões de empregos e 123 bilhões de dólares convertidos em salários nos Estados Unidos.
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