A NASA divulgou no último dia 19 de novembro uma série de dados históricos sobre os focos de calor captados por seus satélites nos últimos dez anos. A animação abaixo mostra o aumento das queimadas. Os momentos mais extremos podem ser facilmente observados nos anos 2002, 2004 e finalmente, 2007, considerado o ano recorde de incêndios no Brasil. No ano passado, as queimadas voltaram a subir e aproximaram-se do recorde de 3 anos atrás.
É possível também notar a sazonalidade dos períodos de seca no país, com queimadas acentuadas entre os meses de junho e outubro nas regiões Sudeste, Norte e Centro Oeste. Setembro é na média de 2000 a 2010 o pior mês em número de focos de calor.Veja a animação abaixo.
{mp4remote}http://svs.gsfc.nasa.gov/vis/a000000/a003800/a003872/SouthAmericaSnowNDVI.mp4{/mp4remote}
O gráfico abaixo produzido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) mostra os números absolutos de queimadas a cada ano desde 1997 a 2010.
Veja também
Especial – Trajetória da Fumaça
Mapa interativo – Queimadas 2010
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Caminhoneiros autônomos reclamam de dificuldade na aquisição de veículos menos poluentes
Relatos mostram que em três anos de vigência do Proconve P8, Brasil não avançou para transição energética justa no transporte rodoviário de carga →
Novo centro no RJ vira marco para restauração da Mata Atlântica
O centro será um espaço de pesquisa, capacitação e um amplificador de boas práticas na recuperação do bioma, promovido pela Associação Mico-Leão-Dourado →
Enchentes podem espalhar poluentes da mineração de carvão no Rio Grande do Sul
Metais tóxicos e outros contaminantes associados à extração de carvão podem ser transportados por chuvas intensas e enchentes, alcançando áreas distantes das minas →
