Notícias

Saiu

O governo federal anunciou que entre agosto de 2003 e agosto de 2004 a Amazônia Legal perdeu  26.130 km2 de floresta. A margem de erro é de 5%, tanto para mais quanto para menos. Caso o número seja confirmado, será a segunda maior taxa já registrada. O recorde continua com os 29.059km2 de 1995 (quase uma Bélgica). “O número que acabamos de divulgar é muito alto. A projeção também. Mas não queremos justificá-los e sim diminui-los”, disse a Ministra do Meio Ambiente Marina Silva, que estava acompanhada pelos ministros Ciro Gomes, da Integração Nacional, e Eduardo Campos, da pasta de Ciência e Tecnologia. No biênio anterior (agosto de 2002 a agosto de 2003), a taxa de desmatamento da Amazônia ficou em 23.750km2. O índice é calculado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), baseado em imagens de satélite. No ranking dos estados campeões em desmatamento, o Mato Grosso ganha com folga. Foi responsável por 48% da derrubada. Em segundo lugar está o Pará, com 25,7%.

Redação ((o))eco ·
18 de maio de 2005 · 21 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Salada Verde
8 de setembro de 2026

Documentário apresenta o ritmo das águas do Pantanal e a vida que elas sustentam

Curta documental “Pulsar” explora os ciclos de cheia e seca como fio condutor e o sistema que conecta toda biodiversidade pantaneira

Salada Verde
8 de setembro de 2026

ECA Ambiental amplia proteção de crianças e adolescentes na crise climática 

Aprovado no Senado, Projeto de Lei modifica três legislações para assegurar o acesso a áreas naturais saudáveis, o brincar livre e a educação baseada na natureza

Análises
4 de setembro de 2026

A restauração na Amazônia começa a sair da meta e entrar na propriedade

O desafio atual é formar capacidades locais para que a recuperação da vegetação nativa tenha permanência, renda e governança

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.