
Uma Jaguatirica (Leopardus pardalis) fêmea foi atropelada na manhã desta quarta-feira (11) na Rodovia das Cataratas, a BR 469, num trecho situado fora do Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, Paraná. O animal foi encontrado às 8h da manhã pela polícia ambiental. Não há informações sobre quem o atropelou.
O felino é o mesmo que foi capturado dentro do Parque Nacional pelos biólogos do projeto Carnívoros do Iguaçu. Após a captura, ocorrida em agosto de 2014, o animal começou a ser monitorado. Entre setembro e outubro os pesquisares conseguiram acompanhar os passos da fêmea, batizada de Jaborandi. Mas depois, o colar parou de funcionar. No momento da sua morte, o felino ainda portava o colar colocado pelos pesquisadores.
De acordo com o G1, a jaguatirica foi levada para a unidade de conservação para ser congelada e estudada pelos biólogos do projeto.
Leia Também
Atropelamento de fauna: desastre ambiental fácil de evitar
Iguaçu: onça atropelada perto do lado Argentino, Brasil muda regras
Gato-mourisco é atropelado e morre na Rodovia das Cataratas
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Restrição dos poderes do MP pode enfraquecer defesa ambiental, alerta Abrampa
Julgamento que será retomado no STF nesta quarta questiona limites do poder de requisição do Ministério Público e pode enfraquecer atuação na defesa do meio ambiente →
A crise climática precisa de mais do que alertas
Mais do que registrar desastres, a comunicação precisa explicar suas causas, acompanhar os processos de reconstrução e cobrar políticas que reduzam vulnerabilidades →
WWF-Brasil financia 50 bolsas para curso de Jornalismo Oceânico
Oportunidade é destinada a jornalistas, estudantes de jornalismo e comunicadores da Bahia, Ceará, Espírito Santo e Rio Grande do Norte →

No minimo se atrapalho com o "colar" que estava quase degolando. A animal que morreria de qualquer forma com o trambolho.n Incrível a falta de bom censo de gente "especializada" colocar isto no animal. Pq eles não andam com algo proporcional no pescoço para ver se ajuda ou atrapalha. PQP viu!