Nos Estados Unidos, a discussão não só é antiga, como quente. Trata-se do racismo ambiental, uma modalidade de poluição que tende a atingir apenas minorias. No caso americano, quem reclama mais são os negros. Dizem é que é nas áreas que habitam nos centros urbanos que em geral as empresas estocam ou despejam poluentes. O tema chega ao Brasil nesta segunda-feira, dia 28, em forma seminário na UFF, em Niterói. Acaba na quarta, dia 30 de novembro. Um dos mais importantes atores deste debate, o sociólogo Robert Bullard, vai estar presente.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Tuberculose mata três macacos no Cetas-RJ; centro está em quarentena
Confirmação da doença que levou a óbito macacos-pregos no Cetas de Seropédica leva Ibama a estender suspensão no recebimento de novos animais →
PL que retarda ação de órgãos ambientais por dois anos tem urgência aprovada
Proposta de deputado do PL prevê que órgãos ambientais aguardem dois anos para aplicar medidas como embargos e apreensões em propriedades de até 560 hectares →
Enchentes do Rio Grande do Sul fundamentam novo conceito para identificar áreas de risco
Chamada de Zona de Arraste, nova classificação nomearia fenômeno onde a força da natureza transforma uma inundação em um fenômeno de alta capacidade destrutiva →
