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Os observadores, os cientistas e técnicos presentes na reunião de Bruxelas avaliam que as dicussões em torno desse segundo relatório estão mais lentas e seguem uma dinâmica política mais complexa do que a de Paris. Resultado do impacto global do primeiro relatório. Agora, os chefes de estado estão prestando toda atenção. É o que conta Karen Suassuna, técnica em mudança climática global do WWF, que está acompanhando as negociações em Bruxelas. A demanda social por ação governamental será proporcional ao impacto do relatório. A extensão da percepção de risco que ele crie determinará a extensão da resposta que os chefes de estado terão que dar.

Redação ((o))eco ·
4 de abril de 2007 · 20 anos atrás

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