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No páreo

O consórcio Jacundá, formado por cinco empresas de Cujubim e Itapuã do Oeste (municípios onde se localiza a floresta nacional), continua no páreo. Na audiência pública realizada em outubro na região, o deputado federal Ernani Amorim insistia em justificar sua rejeição às concessões florestais porque “a população da região jamais poderia concorrer com empresas grandes”. Na época, a engenheira florestal Rita Radmann, hoje coordenadora técnica do consórcio Jacundá, desafiou a todos os presentes a se unir, procurar assistência e concorrer ao direito de manejar a floresta. Estão conseguindo.

Redação ((o))eco ·
22 de fevereiro de 2008 · 19 anos atrás

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