Notícias

Unidades de Conservação do Rio reabrem com restrições

O Instituto Estadual do Ambiente divulgou critérios para a abertura do parques estaduais da Serra da Tiririca e da Pedra Branca. Visitas serão agendadas

Marcos Furtado ·
17 de agosto de 2020 · 1 anos atrás
A Pedra do Elefante, com 412 metros de altitude, é o ponto mais alto do Parque Estadual da Serra da Tiririca e também da cidade de Niterói, continuartá fechada ao público. Foto: Duda Menegassi/WikiParques.

Localizada no Parque Estadual da Serra da Tiririca, a trilha com acesso ao Costão de Itacoatiara e à Enseada do Bananal foi aberta ao público no sábado (15). Para evitar aglomerações, os frequentadores devem realizar o agendamento de visitas para dias de fins de semana e feriados.  A liberação foi divulgada pelo Inea na última quarta-feira (12). Além disso, o instituto adverte que o caminho será fechado em dias de chuva. O Monte das Orações, o Morro das Andorinhas e a Pedra do Elefante permanecerão fechados.

O comunicado ainda fala que a trilha da Pedra do Telégrafo, no Parque Estadual da Pedra Branca, poderá receber visitação no final do mês de agosto, a partir do dia 29. Assim como na Serra da Tiririca, os visitantes devem marcar com antecedência os passeios realizados aos sábados, domingos e feriados. Em casos de chuva, eles serão remarcados. Além disso, todas as cachoeiras, as pedras do Quilombo e do Osso e o Açude do Camorim permanecem fechados.

“Permanece suspensa a visitação em pontos turísticos até que o instituto estabeleça e divulgue a capacidade de público que cada localidade poderá receber. Seguem proibidas as atividades de lazer e esportivas que impliquem a permanência do visitante nos atrativos e pontos turísticos. Fica suspensa a visitação às comunidades tradicionais que declararem formalmente a opção de permanecer fechadas ao turismo, a fim de evitar a propagação do novo coronavírus entre seus moradores”, diz o Inea, em nota.

Além disso, o instituto declara que os passeios devem seguir as medidas de segurança, como usar a máscara de proteção facial, respeitar a distância mínima de dois metros e ter até dez pessoas por grupo.

 

Leia Também 

Projetos financiados pelo Fundo da Mata Atlântica poderão ter cortes de até 17%

 

  • Marcos Furtado

    Escreveu para ((o))eco, Estadão, Folha de SP, Colabora. Ganhou o Prêmio Santander Jovem Jornalista e teve o 3º lugar em concurso do ICFJ

Leia também

Reportagens
16 de abril de 2020

Projetos financiados pelo Fundo da Mata Atlântica poderão ter cortes de até 17%

Reajuste e revisão dos contratos está negociação junto com a empresa que faz a gestão do Fundo. Cortes devem chegar a 9 milhões no ano

Notícias
21 de janeiro de 2022

Em discurso de pré-candidatura, Ciro Gomes defende economia de baixo carbono

Durante a Convenção Nacional do PDT, o pré-candidato diz que a pauta ambiental é um instrumento de proteção dos ecossistemas e uma oportunidade de investimento

Análises
21 de janeiro de 2022

O Agro quer seguro rural, mas precisa mesmo é do Código Florestal

Sem cumprir as leis ambientais e sofrendo com mudanças climáticas, lideranças do Agro se mobilizam para ampliar o seguro rural com dinheiro público. Rios e florestas seguem em agonia. Moro já aderiu

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Comentários 3

  1. Fernando César de Mattos diz:

    Eu nunca vi seguro dar prejuízo. Além disso, a parte que o der, pode ser encarada como subsídio.
    Não bastasse, muito melhor ajudar o agro do que dar 6 bi para fundo eleitoral. Sem agro, a fome vem, e ela é nefasta.
    Não quero dizer com isso que o meio ambiente não deva ser protegido de maneira aguerrida, só que o agro não é esse vilão que tentam passar para o povo. A gente já vai pra cama, cheia de produtos de algodão ( agro) e, quando, acorda usamos na alimentação tudo que é produzido pelo agro, e por aí vai…..


    1. Paulo diz:

      Até quando. A conta vai chegar, e aí………


  2. Fabio diz:

    Lembrando que o Código Florestal foi mutilado nos governos Lula e Dilma, que marcam a ascensão política do Agro Criminoso. Relembrar é viver