Reportagens
3 de fevereiro de 2006

Um tormento chamado Ingá

O maior passivo ambiental do Rio de Janeiro tem quase 40 anos e até hoje não se encontrou um fim para a pilha tóxica que ameaça o futuro da Baía de Sepetiba.

Por Carolina Elia
3 de fevereiro de 2006
Reportagens
3 de fevereiro de 2006

Chove chuva

Em janeiro, choveu bem menos do que deveria no Acre. Se o quadro não se reverter, o estado tem tudo para repetir 2005, quando viveu a maior queimada de sua história.

Por Manoel Francisco Brito
3 de fevereiro de 2006
Reportagens
3 de fevereiro de 2006

Terminou em samba

Mangueira vai levar a transposição do São Francisco para a avenida. O samba é pura exaltação ao patrocinador. Mas o enredo promete falar dos problemas.

Por Ana Antunes
3 de fevereiro de 2006
Notícias
3 de fevereiro de 2006

As aves vêm aí

Tomas Sigrist, artista para naturalista nenhum botar defeito, lança em fevereiro o “Aves do Brasil, uma visão artística”, o mais completo guia sobre criaturas aladas em nossas terras. Tem patrocínio da Fosfértil e é a primeira obra do gênero com ilustrações sobre todas as espécies e a única que teve revisão científica. O livro ainda não veio, mas Sigrist já colocou um site com seu trabalho na internet.

Por Redação ((o))eco
3 de fevereiro de 2006
Notícias
3 de fevereiro de 2006





Prêmios

A Sociedade de Jornalistas Ambientais dos Estados Unidos (SEJ) abriu concurso para premiar as melhores reportagens sobre meio ambiente produzidas por jornalistas latino-americanos. As categorias de premiação vão da TV à internet, passando por rádio, jornal e revista. Os vencedores receberão cada um mil dólares. O regulamento do concurso está em inglês na página da SEJ.

Por Redação ((o))eco
3 de fevereiro de 2006
Colunas
3 de fevereiro de 2006

PeLa Floresta

Nas condições atuais, com os prazos que tem, se o governo sair correndo para criar áreas de concessão florestal, só vai ajudar a pelar a floresta mais rápido.

Por Sérgio Abranches
3 de fevereiro de 2006
Fotografia
3 de fevereiro de 2006

A Esperança

A ninfa de esperança pertence a uma família (Tettigoniidae) que o entomólogo de Harvard e grande fotógrafo de natureza Piotr Naskreki considera...

3 de fevereiro de 2006
Reportagens
3 de fevereiro de 2006

Faxina geral

Em vinte dias, 140 outdoors irregulares foram retirados das ruas de São Paulo. A prefeitura quer intensificar o combate à poluição visual na cidade.

Por Aline Ribeiro
3 de fevereiro de 2006
Análises
3 de fevereiro de 2006

Febeapá florestal

De Heitor Augusto O seu texto sobre o pandemônio na votação do projeto sobre a Amazônia - que eu descobri pela indicação do Tuffani numa lista de e-mails - é um dos melhores que já li. Sinceramente. Na construção dele vou me mirar para escrever minhas próximas coisinhas. Abraço, PS: Indiquei até para meu professor que costuma me falar muito do Stanislaw.

Por Redação ((o))eco
3 de fevereiro de 2006
Notícias
2 de fevereiro de 2006

Clima pesado

Pelo que se tem lido na imprensa daqui e lá de fora, a impressão é que não existem mais climatologistas que discordem sobre a intensificação do fenômeno do aquecimento global e muito menos do conceito que ele está sendo fabricado pela atividade humana. Pela reportagem publicada hoje no The Wall Street Journal, não é bem assim. É verdade que a maioria dos climatologistas aderiu à teoria do efeito estufa e suas consequências catastróficas para o meio ambiente. Mas há ainda quem discorde disso, entre eles um dos decanos da climatologia no mundo, William Gray, reconhecido como uma das maiores autoridades em furacões. É ele quem vem liderando a resistência às teses do aquecimento global. Infelizmente, em termos nada científicos. Em seu site na internet, tem dito que a crença de que o aquecimento do Atlântico no Equador além de ser provocado pelo homem contribui para aumentar a intensidade dos furacões é uma idiotice. Chama seus defensores de idiota. Em troca, eles tem se referido ao cérebro de Gray como fossilizado. A briga assumiu contornos tão pessoais que a Sociedade Americana de Climatologia resolveu cancelar a mesa-redonda onde as relações entre calor e força dos furacões seriam discutidas. Nela, além de Gray, estaria Greg Holland, seu ex-aluno e hoje um de seus principais desafetos. Holland dirige o serviço de previsão de tempestades do Serviço de Metereologia dos Estados Unidos.

Por Redação ((o))eco
2 de fevereiro de 2006

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