A tainha, desde sempre, e o surfista, recentemente, são presenças constantes no litoral catarinense. O vereador e presidente da Associação Catarinense de Surf, Xandi Fontes, foi estudar a Constituição para tentar abrir uma brecha na proibição, sem sucesso. Ele acha que a medida foi tomada com base numa lei municipal e não a aceita. Quer as ondas para seus associados: “É preciso um acordo entre os pescadores e surfistas, já que ambas atividades são típicas de Santa Catarina”, argumenta.
A Festa da Tainha, em julho, é o ponto alto do calendário manezinho e o fim da confusão. Neste dia, surfistas e pescadores confraternizam comendo o peixe, assado em folhas de bananeira.
*Carla Lins tem 21 anos e é recém-formada jornalista em Florianópolis.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Reserva do IBGE no Distrito Federal é transformada em Estação Ecológica
Com a mudança, a reserva ecológica de 1,3 mil hectares no Cerrado que abriga mais de 4 mil espécies passará a ser gerida de forma integrada entre IBGE e ICMBio →
A quem serve um projeto que impede o Estado de agir contra crimes ambientais?
Embargos, apreensões, interdições e demais medidas cautelares não existem para punir. Existem para interromper o dano enquanto ele acontece →
Carne brasileira fica livre de tarifa dos EUA apesar de disputa ambiental
Mercado americano permanece aberto à carne brasileira, enquanto desmatamento e rastreabilidade seguem no centro do debate →


