A tainha, desde sempre, e o surfista, recentemente, são presenças constantes no litoral catarinense. O vereador e presidente da Associação Catarinense de Surf, Xandi Fontes, foi estudar a Constituição para tentar abrir uma brecha na proibição, sem sucesso. Ele acha que a medida foi tomada com base numa lei municipal e não a aceita. Quer as ondas para seus associados: “É preciso um acordo entre os pescadores e surfistas, já que ambas atividades são típicas de Santa Catarina”, argumenta.
A Festa da Tainha, em julho, é o ponto alto do calendário manezinho e o fim da confusão. Neste dia, surfistas e pescadores confraternizam comendo o peixe, assado em folhas de bananeira.
*Carla Lins tem 21 anos e é recém-formada jornalista em Florianópolis.
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