O Parque Nacional da Serra do Divisor, no extremo oeste do Acre, está sem chefia. Enquanto isso, queimadas são registradas por satélites dentro da área protegida. Segunda a chefe-substituta da unidade de conservação, Camila Garcia Gomes, os focos de calor são presença freqüente por lá. O parque tem 843 mil hectares, dois funcionários e mais de 800 famílias em seu interior. A falta de regularização fundiária leva os ocupantes a desmatar e abrir roçados para subsistência, com fogo. A sede da área protegida está na cidade de Cruzeiro do Sul, já que ele não infra-estrutura para receber ou manter servidores ou visitantes. (A.Bourscheit)
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Da COP28 às últimas negociações em Bonn: o lugar da cultura no regime climático da ONU
A transversalidade do termo, que abre espaço para pautas como diversidade e direitos humanos, segue impedindo avanços e tratando a cultura como secundária ou alternativa →
Reserva do IBGE no Distrito Federal é transformada em Estação Ecológica
Com a mudança, a reserva ecológica de 1,3 mil hectares no Cerrado que abriga mais de 4 mil espécies passará a ser gerida de forma integrada entre IBGE e ICMBio →
A quem serve um projeto que impede o Estado de agir contra crimes ambientais?
Embargos, apreensões, interdições e demais medidas cautelares não existem para punir. Existem para interromper o dano enquanto ele acontece →


