O Parque Nacional da Serra do Divisor, no extremo oeste do Acre, está sem chefia. Enquanto isso, queimadas são registradas por satélites dentro da área protegida. Segunda a chefe-substituta da unidade de conservação, Camila Garcia Gomes, os focos de calor são presença freqüente por lá. O parque tem 843 mil hectares, dois funcionários e mais de 800 famílias em seu interior. A falta de regularização fundiária leva os ocupantes a desmatar e abrir roçados para subsistência, com fogo. A sede da área protegida está na cidade de Cruzeiro do Sul, já que ele não infra-estrutura para receber ou manter servidores ou visitantes. (A.Bourscheit)
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
A soberania é decidir o que você coloca no prato
Fortalecer sistemas alimentares locais pode ser um dos caminhos mais concretos para promover saúde, autonomia e equilíbrio social no Brasil →
O dia em que a ciência lotou um teatro
Lançamento de um painel científico global que contará com mais de 400 pesquisadores para acelerar saída dos combustíveis fósseis teve risos, aplausos e plateia atenta →
Clima avança no papel, mas estados falham na execução, aponta estudo
Anuário mostra que, apesar de progressos, desigualdades entre estados, gargalos institucionais e falta de adaptação ampliam riscos e prejuízos diante de eventos extremos →
