Os custos estão menores e a tecnologia mais limpa e eficiente, mas as modernas usinas de carvão chinesas ainda estão longe de transformar o país numa sumidade da energia sustentável. Mesmo assim, a China apostou no esverdeamento de suas usinas, e constrói praticamente uma termelétrica considerada ecologicamente eficiente por mês. Isso quer dizer que, de tudo que está sendo erguido hoje em termos de energia vinda do carvão, 60% já têm sido feito com a nova tecnologia nova. O governo também tem tentado persuadir companhias que operam as tradicionais e poluentes usinas a abandoná-las em substituição às novas recém construídas. E parece estar tendo algum sucesso. Segundo empresas de distribuição de energia, mesmo que a mudança implique em custos adicionais, o preço pelas novas usinas vai ser pago, atesta artigo do periódico eletrônico Grist.
De acordo com especialistas, isso não vai impedir que as emissões chinesas diminuam no curto prazo, mas se espera que pelo menos o ritmo do crescimento da poluição possa ser limitado com as novas tecnologias. Hoje, metade das usinas de carvão chinesas dispõe de equipamentos para controle de emissões, que evitam a liberação de compostos químicos causadores de chuvas ácidas.
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