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Nem tão bons assim

Enaltecidos por sua produção aparentemente neutra em carbono, os biocombustíveis têm se revelado não tão limpos como dizem por aí. Um relatório do Instituto Wetlands International indica que somente a Malásia e a Indonésia geram anualmente 180 milhões de toneladas de dióxido de carbono com a produção do óleo de palma. Além da queima de florestas para dar lugar à plantação, a organização aponta o uso de fertilizantes, pesticidas e o transporte como aditivos na conta das emissões. Eles sugerem que o Protocolo de Kyoto reveja sua posição de inocentar energias que não são tão limpa quanto parecem.

Redação ((o))eco ·
5 de dezembro de 2007 · 18 anos atrás

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