Avançou no Senado Federal a proposta do senador ruralista Flexa Ribeiro (PSDB-PA) de liberar o plantio de cana-de-açúcar na Amazônia. Apesar de o projeto prever o uso de áreas ja degradadas e/ou ocupadas por biomas que não o Amazônico, a possibilidade de vastas áreas serem ocupadas por latifúndios de monocultivo com uso intenso de veneno no cultivo preocupa ambientalistas e provocou reações de diferentes grupos ambientalistas. O Greenpeace, em nota publicada nesta quarta-feira (4), classificou o episódio como mais um “retrocesso ruralista” e apontou a possibilidade de a pressão econômica empurrar outras atividades em direção à áreas preservadas.
Entenda o caso:
Leia também:
Nuvens negras sobre a Amazônia brasileira
Comissão aprova plantio de cana na Amazônia Legal
Pressão por cana no Pantanal
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Os desafios da sinergia ambiental global ao fim da COP17
Realizada na Mongólia, a COP17 terminou sem consenso sobre a integração ambiental global, travada por países desenvolvidos →
Paulo Artaxo explica o El Niño no Brasil em entrevista ao Vozes do Planeta
Fenômeno deve ganhar força até outubro e expõe vulnerabilidade do agronegócio e da infraestrutura urbana, afirma o climatologista da USP no novo episódio do podcast →
Soluções Baseadas na Natureza transformam as cidades
Construir cidades com a natureza significa superar a falsa oposição entre desenvolvimento urbano e conservação da natureza →

