Em conclusão, o progresso, se bem utilizado pode ser benéfico para a administração das áreas protegidas, tanto do ponto de vista estético quanto da perspectiva do manejo do meio ambiente. Enquanto essa tecnologia não chega, contudo, não há outra saída. Se a administração da Floresta da Tijuca (e de tantos outros Parques por esse Brasilzão afora) não botar a mão na massa, pegar suas latas de tinta, repintar as setas sinalizadoras e reforçar o manejo de suas trilhas, desobstruindo os caminhos e fechando os atalhos que levam os incautos aos caminhos da perdição, as manchetes de jornal com bombeiros heróis e trilheiros exaustos vão se repetir. A árvore de natal é feia- não há dúvida- mas sem ela uma visita à Floresta arrisca-se a virar um presente de grego.
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