
Nesta quarta (20), dia “D” da Rio + 20, com a chegada dos chefes de Estado para discutir as questões climáticas e ambientais, milhares de pessoas protestaram contra o abandono do meio ambiente, as políticas ambientais do governo brasileiro e a penúria das decisões da ONU durante a conferência. No Centro, Rio de Janeiro, ativistas de ONGS ambientais e da sociedade civil cruzaram a Av. Rio Branco, da Candelária até à Cúpula dos Povos, no Aterro.
O protesto durou toda a tarde e foi marcado pelas alegorias usadas pelos participantes. Eles se vestiram de planeta Terra e presidenta Dilma travestida de Tio Sam; usaram fantasias de animais ameaçados e de algozes, caracterizados de açougueiros; simularam o funeral da natureza e um grupo de servidores públicos brasileiros, representando órgãos como o Ibama e o ICMBio, se amarraram para mostrar sua impotência frente à política ambiental do país.
Segundo as ONGs, a massa reuniu 50 mil pessoas, enquanto a Polícia Militar estimou em 20 mil os participantes.





















Leia também
Rio+20: Estudantes fazem protesto contra Dilma
Conheça
Nossa página sobre a Rio+20
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Tuberculose mata três macacos no Cetas-RJ; centro está em quarentena
Confirmação da doença que levou a óbito macacos-pregos no Cetas de Seropédica leva Ibama a estender suspensão no recebimento de novos animais →
PL que retarda ação de órgãos ambientais por dois anos tem urgência aprovada
Proposta de deputado do PL prevê que órgãos ambientais aguardem dois anos para aplicar medidas como embargos e apreensões em propriedades de até 560 hectares →
Enchentes do Rio Grande do Sul fundamentam novo conceito para identificar áreas de risco
Chamada de Zona de Arraste, nova classificação nomearia fenômeno onde a força da natureza transforma uma inundação em um fenômeno de alta capacidade destrutiva →
