O Brasil não poderá mais se fazer de vítima de pressões estrangeiras em fóruns ambientais. O país, graças à constância das queimadas em suas florestas, ganhou lugar entre os 10 piores centros de emissão de dióxido de carbono na atmosfera. De pulmão do mundo, diz O Globo (gratuito, pede cadastro), passamos a poluidores globais. A constatação está em estudo conduzido por cientistas da Universidade de Brasília, do Inpe e da Universidade de Washington, nos Estados Unidos. Ocupamos o 5º lugar, atrás de Estados unidos, China, Rússia e Japão. Dá para ler em 4 minutos. Nomínimo (gratuito) deu o furo um dia antes do jornal. Sua reportagem demora o dobro de tempo para ler, mas além da primazia na divulgação da informação, tem bem mais detalhes. Há dez anos, o Brasil produzia impressionantes 280 milhões de toneladas de dióxido de carbono por ano. Hoje, só se sabe que produz muito mais. O número exato na mão, quem tem é o governo. Trata-o como segredo de Estado.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Coextinção: quando a perda de uma espécie significa o fim de outra
Pesquisa mostra que a perda de morcegos no Brasil pode provocar a coextinção de dezenas de moscas ectoparasitas especializadas invisibilizadas pela conservação →
Deputada do PL apresenta projeto para vetar ampliação do Parque Nacional do Pantanal Mato-grossense
PDL da deputada Coronel Fernanda busca revogar decreto do governo Lula que ampliou a unidade de conservação; É a segunda proposta da parlamentar para barrar ampliação de área protegida →
Decisão do STF interfere na gestão do CAR sem resolver lacunas estruturais
Sobreposição de CARs a Terras Indígenas e Unidades de Conservação exige regulamentação e reorganização institucional, e não apenas uma decisão judicial →
