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O setor industrial tupiniquim pode assumir metas para reduzir a emissão de gases de efeito estufa, investir em eficiência energética e buscar incentivos econômicos dentro de mecanismos de desenvolvimento limpo. Por mais curiosa que pareça a notícia publicada pelo Estado de São Paulo, um documento com estes termos foi aprovado durante a 1ª Conferência da Indústria Brasileira para o Meio Ambiente. Alguns pequenos e usuais problemas, no entanto, matêm uma pulga atrás da orelha: o compromisso é voluntário, não existem metas mínimas que limitem os lançamentos de carbono e também não há prazos para o cumprimento dos princípios estabelecidos.

Felipe Lobo ·
19 de junho de 2007 · 19 anos atrás
  • Felipe Lobo

    Sócio da Na Boca do Lobo, especialista em comunicação, sustentabilidade e mudanças climáticas, e criador da exposição O Dia Seguinte

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