Notícias

Recuperar o que foi perdido

O Estado de São Paulo publicou uma reportagem que ressalta informações divulgadas ontem, no mesmo espaço, sobre o plano de preservação da Amazônia. Em discussões sobre o plano realizadas ontem, pesquisadores pregaram o desenvolvimento em terras amazônicas degradadas, ao invés das áreas de floresta. Já foram desmatados 700 mil quilômetros quadrados e 30% deste total de terras estão abandonados. “O grande desafio não é desenvolver a economia nas regiões de floresta, é promover o desenvolvimento nas regiões que já foram alteradas”, disse José Maria Cardoso da Silva, da Conservação Internacional. “Se usarmos bem esses 700 mil km2 podemos multiplicar a economia regional por cinco sem derrubar nenhuma árvore”.

Redação ((o))eco ·
16 de agosto de 2007 · 19 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Análises
21 de agosto de 2026

O século XXI começou no subsolo

O Brasil pode repetir o velho modelo de exportar recursos naturais ou transformar sua riqueza mineral e biológica em conhecimento, tecnologia e soberania

Notícias
21 de agosto de 2026

Projeto em Alta Floresta expande pontes artificiais que zeraram atropelamento de primatas

A instalação de oito novas estruturas de passagem de fauna no município reforça a bem-sucedida estratégia de conservação local para macacos amazônicos ameaçados

Salada Verde
21 de agosto de 2026

Ibase aponta desafios da urbanização de favelas do Rio diante da crise climática

Levantamento com 10 mil moradores identifica problemas de arborização, drenagem, saneamento e manutenção em 18 favelas da capital do estado

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.