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Uma grande parcela da chuva que cai na Amazônia ocorre em conseqüência dos serviços prestados pela floresta. Por isso, nada mais natural do que imaginar que o desmatamento vai influir no índice pluviométrico não apenas daquela região, como também de estados como Mato Grosso e São Paulo, que dependem das árvores em pé para manter o ritmo normal de precipitações. A partir desta constatação e da recente pesquisa do Inpe de que, com 40% de desflorestamento, os ciclos vão se alterar, o biólogo Thomas E. Lovejoy e o advogado Gomercindo Rodrigues sugerem, em artigo na Folha de São Paulo, a tese do desmatamento zero. Mas isso não basta, eles dizem. É preciso também que o plantio de mudas de espécies nativas acompanhe o processo.

Redação ((o))eco ·
25 de setembro de 2007 · 19 anos atrás

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