
Laudos preliminares do Instituto do Ambiente do Rio de Janeiro indicam que a morte de cerca de 77 toneladas de peixes na Lagoa Rodrigo de Freitas foi causada pelo acúmulo de matéria orgânica – isto é, esgoto -, que provocou a proliferação de algas, prejudicando a respiração das espécies. A primeira fase do projeto de recuperação da Lagoa, que previa a despoluição e o controle do esgoto urbano, já foi concluída, mas ainda há instabilidade na renovação das águas, o que prejudica o equilíbrio. Como mesmo com o controle de esgoto a carga de matéria orgânica que chega ao local ainda é grande, a prefeitura do Rio vai investir na construção de dutos para a renovação do recurso, etapa do projeto que ainda está em fase de licenciamento. Desde a última sexta-feira (26), os peixes começaram a aparecer mortos na lagoa.
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