A universidade de Pittsburgh realizou um estudo de custo ao longo do ciclo de vida de quatro tecnologias de iluminação pública: sódio, halógenas (metal halide), bulbo de indução a gás e LED (Light-Emitting Diode). As LEDs foram as mais baratas, considerando o conceito berço ao túmulo (cradle-to-grave), que leva em consideração desde os custos e emissões relacionados à fabricação, gastos com a conta de energia, manutenção e disposição. A tecnologia já era a preferida dos ambientalistas, pois é livre de mercúrio e usa pouco outros produtos tóxicos como iodo e chumbo. O problema sempre foi o preço. A boa surpresa do estudo foi mostrar que custa menos do que as alternativas quando se leva em conta a economia de energia e os impactos ambientais do uso. A cidade de Pittsburgh, por exemplo, se trocar sua iluminação por lâmpadas de LED economizará 1,7 milhões de dólares em energia e manutenção, além de deixar de emitir 6.818 toneladas métricas de carbono. O quadro comparativo das tecnologias estudas pode ser visto aqui.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Governador eleito do Pará nomeia advogado do agro para comandar Meio Ambiente
Anúncio foi feito em Altamira, município marcado pelo desmatamento; Vinícius Borba, que protagonizou ações contra órgãos ambientais, deve assumir a secretaria em janeiro de 2027 →
Batizada de ‘Maria’, nova espécie de anfíbio homenageia o nome mais popular do Brasil
Denominação de cobra-cega exclusiva do Rio de Janeiro também reverencia mulher escravizada que ajudou a reflorestar a Tijuca →
How can the Amazon gain new markets beyond China, the U.S. and the EU?
Brazilian cattle ranching needs to improve animal-health and environmental controls to access new markets, experts say →
