A universidade de Pittsburgh realizou um estudo de custo ao longo do ciclo de vida de quatro tecnologias de iluminação pública: sódio, halógenas (metal halide), bulbo de indução a gás e LED (Light-Emitting Diode). As LEDs foram as mais baratas, considerando o conceito berço ao túmulo (cradle-to-grave), que leva em consideração desde os custos e emissões relacionados à fabricação, gastos com a conta de energia, manutenção e disposição. A tecnologia já era a preferida dos ambientalistas, pois é livre de mercúrio e usa pouco outros produtos tóxicos como iodo e chumbo. O problema sempre foi o preço. A boa surpresa do estudo foi mostrar que custa menos do que as alternativas quando se leva em conta a economia de energia e os impactos ambientais do uso. A cidade de Pittsburgh, por exemplo, se trocar sua iluminação por lâmpadas de LED economizará 1,7 milhões de dólares em energia e manutenção, além de deixar de emitir 6.818 toneladas métricas de carbono. O quadro comparativo das tecnologias estudas pode ser visto aqui.
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