Pesquisadores da Universidade de Nottingham anunciaram recentemente a criação do que foi chamado de “Santo Graal” da energia limpa pelo site de divulgação científica americano ScienceDaily. Trata-se de uma bomba de ar comprimido alimentada por turbinas eólicas em alto mar (off-shore), que fica escondida no fundo do oceano. A sacada é que as bombas são usadas para o armazenamento de energia e para alimentar as próprias turbinas quando não houver vento, o que pode resolver um dos maiores problemas da geração de energia limpa: a inconstância.
Hoje discute-se muito se é viável ou não usar fontes de energia limpa – como eólica e solar, por exemplo – por causa da falta de constância da geração, por conta da instabilidade da natureza. Isto é, tem sol ou vento, há geração de energia; não tem, não há geração. O projeto americano está agora em sua fase de testes e a expectativa é que dentro de 15 anos ele seja usado em larga escala e a um custo muito próximo da energia convencional. (Cristiane Prizibisczki)
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Brasil tem mais de 3,7 mil plantas ameaçadas de extinção
Lista atualizada pelo Ministério do Meio Ambiente alerta para aumento do grau de ameaça do pau-brasil e para possível extinção de duas plantas da Mata Atlântica →
Proteger a biodiversidade exige conectar territórios
Brasil levou a COP 17 da Biodiversidade proposta que reforça necessidade de investir em corredores de biodiversidade e redes ecológicas que não se limitem às áreas protegidas →
MMA abre inscrições para sete vagas da sociedade civil na Comissão Nacional de Biodiversidade
Organizações ambientalistas podem se inscrever até 8 de novembro para participar da eleição de representantes no colegiado durante o biênio 2027–2028 →
