![]() |
![]() |
“Nossas fotografias de Wehea são das poucas fotos que temos deste macaco”, afirma Brent Loken, da Universidade Simon Fraser do Canadá, e um dos colaboradores do projeto. A descoberta foi publicada no Jornal Americano de Primatologia.
![]() |
O animal foi descoberto em 1934, mas, em torno de 2004, temia-se ter sido extinto. Essa impressão ficou ainda mais forte após 2008, quando uma busca para encontrá-lo não teve sucesso. O gênero Presbytis vive em Bornéu, Sumatra, Java e na Península de Málaca. Em Bornéu, o langur-cinzento viveu habitualmente em uma pequena porção no nordeste da ilha, uma área ameaçada por incêndios e o avanço da agricultura e mineração.
As armadilhas fotográficas foram montadas em junho, na floresta de Wehea, uma área de 38 mil hectares de mata tropical preservada, onde vivem pelo menos 9 espécies de primatas – além do homem -, entre eles o orangotango-de-bornéu. A intenção era registrar outros animais, como leopardos e orangotangos. Agora, os pesquisadores pretendem realizar uma nova expedição à floresta, para estimar a população de langures-cinzentos que vivem ali e nas redondezas.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Ultrapassar 1,5°C não pode ser normalizado
Mesmo que a temperatura global possa ser reduzida no futuro, os danos produzidos durante o período de maior aquecimento não serão automaticamente revertidos →
Registros inéditos revelam área-chave para reprodução de tubarões no litoral do RJ
Pesquisa identifica fêmeas grávidas e mapeia potencial berçário de três espécies de tubarão, duas dela ameaçadas, no complexo estuarino de Ilha Grande-Sepetiba →
Documentário apresenta o ritmo das águas do Pantanal e a vida que elas sustentam
Curta documental “Pulsar” explora os ciclos de cheia e seca como fio condutor e o sistema que conecta toda biodiversidade pantaneira →




