O governo criou hoje uma nova Câmara de Compensação Ambiental, com representantes do MMA/Ibama/ICMBio, entidades estaduais e municipais de meio ambiente, indústria, academia e ongs. O grupo tem uma bela batata quente nas mãos: propor um método para o cálculo dos percentuais de compensação financeira sobre impactos ambientais e decidir sobre a aplicação desses recursos, estimados em cerca de R$ 400 milhões pelo Ministério do Meio Ambiente. A questão se complicou depois que o Supremo Tribunal Federal suspendeu o percentual mínimo de 0,5% que incidia sobre os custos de empreendimentos como compensação ambiental obrigatória. A primeira reunião da câmara será dia 20.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
O papel das pessoas na recuperação de um rio
A transformação do Córrego Tiquatira de esgoto a céu aberto a parque, repleto de gente e atividades revela um componente essencial: o pertenciment →
STF valida redução de área protegida no Pará para abrir caminho à Ferrogrão
Supremo considera constitucional mudança nos limites do Parque Nacional do Jamanxim, em decisão que favorece projeto ferroviário alvo de críticas socioambientais →
Arborização urbana esbarra na falta de continuidade das prefeituras
Metas e dispositivos legais existem, mas a falta de coordenação, orçamento próprio e problemas de gestão figuram como grandes empecilhos →

