A declaração final do nono World Wilderness Congress, realizado este mês em Mérida (México), enfatiza a necessidade de maior proteção de florestas, áreas úmidas, savanas e ecossistemas costeiros para conservar sumidouros de carbono, serviços ambientais e a biodiversidade.
A mensagem conclui que a crise enfrentada pelo mundo atual “contrasta com o mundo que podemos ter se áreas selvagens e sua contribuição para a manutenção de nosso sistema de suporte de vida são adequadamente valorizadas e protegidas. As áreas selvagens nos sustentam, gerando os serviços ambientais que tornam possíveis nossa prosperidade econômica e social, nossa saúde física e nosso bem-estar espiritual. Nossa escolha essencial – na realidade, imperativa – nunca foi mais clara”.
É duro contrastar esta visão com a do Instituto Chico Mendes, que quer transformar parques nacionais e outras áreas protegidas em território livre para “populações tradicionais” fazerem o que lhes der na telha.
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