
Uma delas, recém reconhecida, a Psophia dextralis, ocorre na área entre os rios Tapajós e Tocantins, enquanto o Psophia viridis verdadeiro está restrito à parte da Amazônia entre o rio Tapajós e o rio Madeira. A terceira espécie, Psophia obscura, ocorre apenas na porção da Amazônia a leste do rio Tocantins, exatamente a mais desmatada em todo o bioma graças a madeireiros, pecuaristas e sem-terra fazendo sua lambança em clima de total impunidade.
A única unidade de conservação de proteção integral na região é sitiada e já muito detonada reserva biológica do Gurupi, no Maranhão. A nova-velha espécie já é considerada em perigo de extinção pela lista brasileira de espécies ameaçadas.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
TCU destrava análise da Ferrogrão após recurso do governo, mas decisão final segue em aberto
Concessão volta a tramitar no Tribunal de Contas da União após suspensão de decisão que travava o processo →
Como se parece uma ativista?
Porque existe uma expectativa silenciosa de que ativistas carreguem sempre o peso do mundo nos ombros. Como se a legitimidade da luta estivesse na dor permanente →
STF determina que União adote providências contra organizações criminosas na Amazônia
Entre as medidas destinadas a União estão a realização de operações pela Polícia Federal, pela Polícia Rodoviária Federal e pelo Ibama, ações conjuntas com as polícias estaduais →

