
Uma delas, recém reconhecida, a Psophia dextralis, ocorre na área entre os rios Tapajós e Tocantins, enquanto o Psophia viridis verdadeiro está restrito à parte da Amazônia entre o rio Tapajós e o rio Madeira. A terceira espécie, Psophia obscura, ocorre apenas na porção da Amazônia a leste do rio Tocantins, exatamente a mais desmatada em todo o bioma graças a madeireiros, pecuaristas e sem-terra fazendo sua lambança em clima de total impunidade.
A única unidade de conservação de proteção integral na região é sitiada e já muito detonada reserva biológica do Gurupi, no Maranhão. A nova-velha espécie já é considerada em perigo de extinção pela lista brasileira de espécies ameaçadas.
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