Um levantamento de 78 concessões florestais no Peru feito pela International Tropical Timber Organization (ITTO) descobriu que 48 estavam violando seus contratos, em geral por retirar mais madeira do que os esquemas de manejo “sustentável” permitiriam. O Peru apenas repete o que ocorre normalmente em concessões florestais em outras partes do mundo. Apesar do modelo ser problemático e haver sérias dúvidas sobre sua sustentabilidade, o Brasil tem insistido no aluguel de terras públicas para empresas madeireiras a fim de satisfazer o setor.
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