
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, planeja estratégias para que a iniciativa privada possa investir nos parques urbanos estaduais, em troca de propaganda e de exploração de alguns serviços. Com o investimento, o governo pretende arrecadar uma quantia que varia entre R$ 10 milhões e R$ 30 milhões. De acordo com o Estadão, a Secretaria de Meio Ambiente já listou as unidades e os respectivos recursos que podem ser explorados. Entre as unidades elencadas estão o Parque Villa-Lobos, Cândido Portinari, da Água Branca, da Juventude, do Belém, Horto Florestal e da Guarapiranga. Para ter uma ideia de como a utilização dessas unidades seria exercida, por exemplo, em parques que não possuem quadras esportivas, como o da Juventude, a intenção é abri-los para shows, cinema ao ar livre ou eventos como feiras. Em parques como Villa-Lobos, Portinari e Belém, que possuem quadras de esporte e campos de grama e areia, a empresa faria a sua propaganda através de placas no entorno. O objetivo é tornar os parques mais atrativos para a sociedade.
Fonte original: Estadão
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Acordo provisório freia avanço da mineração de Belo Sun no Xingu
O acordo manteve a licença de instalação no centro da disputa e impede qualquer intervenção física no empreendimento por 60 dias →
Quando a justiça tarda, mas não falha: a desocupação do Parque Estadual Guajará-Mirim
Unidade de conservação localizada em Rondônia que sofria com invasões e crimes ambientais passou por uma novela jurídica de anos, porém com direito ao final feliz →
O afeto e a empatia na formação de pesquisadores para um mundo mais sustentável e justo
Na Década da Ciência do Oceano, jovens pesquisadores mostram como relações humanas fortalecem respostas às crises socioambientais →

