
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, planeja estratégias para que a iniciativa privada possa investir nos parques urbanos estaduais, em troca de propaganda e de exploração de alguns serviços. Com o investimento, o governo pretende arrecadar uma quantia que varia entre R$ 10 milhões e R$ 30 milhões. De acordo com o Estadão, a Secretaria de Meio Ambiente já listou as unidades e os respectivos recursos que podem ser explorados. Entre as unidades elencadas estão o Parque Villa-Lobos, Cândido Portinari, da Água Branca, da Juventude, do Belém, Horto Florestal e da Guarapiranga. Para ter uma ideia de como a utilização dessas unidades seria exercida, por exemplo, em parques que não possuem quadras esportivas, como o da Juventude, a intenção é abri-los para shows, cinema ao ar livre ou eventos como feiras. Em parques como Villa-Lobos, Portinari e Belém, que possuem quadras de esporte e campos de grama e areia, a empresa faria a sua propaganda através de placas no entorno. O objetivo é tornar os parques mais atrativos para a sociedade.
Fonte original: Estadão
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Recém-descobertos e já ameaçados: cientistas descrevem três espécies de peixes
A descoberta dos peixes das nuvens, todos eles do Cerrado mineiro, alerta para o risco de extinção com avanço da soja e pecuária no bioma →
Instituto Coral Vivo premia 50 professores por projetos de educação oceânica
Selecionados de cinco regiões do país se reúnem no Rio de Janeiro para compartilhar experiências de educação oceânica desenvolvidas entre 2025 e 2026 →
A Natureza da Conversa #6 – Como mapear e rastrear o gado, a madeira e o ouro na Amazônia
Existem hoje três principais frentes de desmatamento na Amazônia: a pecuária, a exploração ilegal de madeira e o garimpo →

