De Amyra El Khalili – Movimento Mulheres pela P@Z!
Prezado Editor de O Eco,
Azelene Kaingáng é uma legítima liderança indígena na defesa dos direitos humanos. É uma mulher premiada, com histórico de compromisso. Tanto que, há pouco, Azelene Kaingáng participou diretamente da produção da Declaração dos Direitos Indígenas Organização das Nações Unidas (ONU). Foi, ainda, uma das sete indicadas por nós ao Prêmio Bertha Lutz – edição 2008 (Boletim 1354, da BECE-REBIA)
Por isso, causa-nos estranheza e indignação ver a matéria publicada pelo site O Eco em 15 de março de 2008. Por que O Eco não a consultou? Por que O Eco não pesquisou em nossas redes, já que existe um registro público sobre o assunto? Por que O Eco ignorou o e-mail enviado por Azelene Kaingáng, esclarecendo sua participação na questionada reunião?
Atenciosamente,
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
As digitais de Vorcaro, Zettel e do governo Zema na destruição da Serra do Curral em Minas
Acordos ambientais flexíveis favoreceram mineradoras envolvidas em irregularidades; PF aponta “corrupção sistêmica” →
Nìède, a Serra da Capivara e eu
Se o Brasil despreza e faz atrocidades com a Amazônia, a menina dos olhos internacionais, imagine com a Caatinga, um “punhado de árvores secas numa terra que Deus esqueceu” →
Entidades científicas cobram governo por atraso em plano de transição energética
Carta da SBPC e ABC afirmam que prazo dado por Luiz Inácio Lula da Silva não foi cumprido e alerta para riscos climáticos e econômicos →

