
Manoel Francisco Brito, certamente por razões inconfessáveis, gosta de fotografar o lado mais feio da natureza, como desmatamentos, construções em áreas de preservação permanente ou flores murchas. E era justamente isso que ele fazia numa tarde de abril, focando sua lente Canon 70mm-210mm, acoplada a uma Canon 10D em ISO 200, num canteiro de estrelítzias (Strelitizia reginae) já meio passadas em Teresópolis, Estado do Rio. De repente, essa abelha apareceu no meio da sessão de fotos e graças à ela uma imagem feita para ser esquecida ganhou a capa de O Eco.
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