Notícias

Cultivo estrangeiro

A China não quer saber de problemas para alimentar as 1,3 bilhões de bocas que vivem no país, e está se esmerando para driblar as previsões de futura escassez de alimentos. Prova disso é a nova política que o Ministério da Agricultura de lá pretende adotar. Segundo informações da BBC, o gigante asiático quer abrir seus tentáculos e expandir suas lavouras para terras estrangeiras. O governo afirmou que vai incentivar o arrendamento ou compra de terras cultiváveis na América Latina, Austrália e Rússia. Com grandes regiões desérticas em seu território, a China quer garantir desde cedo que não falte prato cheio sobre as mesas.

Redação ((o))eco ·
30 de abril de 2008 · 18 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca. Foto: Simone Corrêa Becker / Wikimedia
Notícias
7 de julho de 2026

PL que reduz APA da Baleia Franca não tem fundamento técnico, aponta Rede Pró-UC

Projeto de lei que exclui toda porção terrestre da APA, no litoral catarinense, tramita agora em regime de urgência e pode ir direto para votação no Plenário da Câmara

Análises
7 de julho de 2026

O El Niño e a favela: por onde andam as políticas de adaptação? Ou quem se importa?

Enquanto alguns contabilizam perdas em safras e commodities, outros perdem casas, documentos, meios de trabalho e, muitas vezes, a própria vida

Análises
7 de julho de 2026

Quando o chorume transborda, transborda também a responsabilidade ambiental

A proteção das águas brasileiras exige uma visão integrada. Resíduos sólidos, saneamento, recursos hídricos e saúde pública não podem continuar sendo tratados como políticas isoladas

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.