Notícias

Lição antiga

Um estudo publicado recentemente pela revista Nature provou que há 93 milhões de anos, as erupções de vulcões submarinos que formam as ilhas caribenhas causaram uma extinção em massa de vida. Segundo cientistas, tais erupções causaram dois fenômenos, um deles bem conhecido pelas gerações atuais: o aquecimento global. Vulcões submarinos expelem um bocado de gases de efeito estufa, que acabam vazando para a atmosfera. Com a atmosfera superaquecida, as camadas mais superficiais do oceano se esquentaram também e, por um efeito de choque térmico, as correntes que levavam oxigênio ao fundo cessaram. A outra hipótese é a morte causada pela liberação de nutrientes metálicos, que serviam de alimento ao plâncton na superfície. Mas o que tudo isso tem a ver com os dias de hoje? Segundo os cientistas, o trabalho pode fornecer lições valiosas sobre como a Terra reage a perturbações como essas que está experimentando agora, com o superaquecimento. A notícia é da Folha de S.Paulo.

Redação ((o))eco ·
21 de julho de 2008 · 18 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Reportagens
30 de junho de 2026

“ANTA – o filme” leva às telas o maior mamífero terrestre da América do Sul

Documentário celebra 30 anos da pesquisa liderada por Patrícia Médici, acompanha o trabalho da INCAB na conservação das antas e apresenta a importância da jardineira da floresta

Notícias
30 de junho de 2026

Copa do Mundo das Áreas Protegidas: Grupo H

Espanha lidera o favoritismo esportivo e na conservação; Arábia Saudita mostrou pouco em campo, mas ficou em segundo lugar quando o assunto é área protegida

Análises
30 de junho de 2026

Coexistência humano-fauna: uma agenda para além da conservação

O futuro da biodiversidade depende menos de separar pessoas e natureza e mais sobre aprender a governar as relações entre elas

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.