Notícias

Chega pra lá

Os agricultores que espalham agrotóxicos livremente pelas lavouras que cercam o Parque Nacional das Emas, em Goiás, vão ter que guardar os produtos em casa. É que a Justiça Federal acaba de soltar uma liminar suspendendo o uso das substâncias num raio de dois quilômetros ao redor da unidade. Um estudo feito pela Universidade de São Paulo (USP) já indicara que a população de pelo menos uma ave local em risco de extinção acumulava altas quantidades de agrotóxico no organismo. Segundo a Folha Online, o juiz argumentou que há descaso na aplicação dos produtos pela região. Os agricultores já começaram a chiar, mas por enquanto a decisão está mantida.

Gustavo Faleiros ·
22 de julho de 2008 · 18 anos atrás
  • Gustavo Faleiros

    Editor da Rainforest Investigations Network (RIN). Co-fundador do InfoAmazonia e entusiasta do geojornalismo. Baterista dos Eventos Extremos

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Salada Verde
23 de abril de 2026

Concessão inédita em gleba pública testa novo modelo de gestão para florestas na Amazônia

Edital para a Gleba Castanho leva concessões a terras públicas não destinadas e reacende debate sobre governança, controle territorial e combate ao desmatamento

Reportagens
23 de abril de 2026

Recifes, jubartes e a conta global da proteção marinha

A biodiversidade marinha que conecta o litoral brasileiro a desafios climáticos e metas internacionais de conservação

Análises
23 de abril de 2026

A quem interessa minerar terras raras no Rio Grande do Sul?

Podemos reconhecer nossas riquezas que não necessitam de mineração, como a biodiversidade do Pampa e os ecótonos presentes na transição para a Mata Atlântica

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.