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Alívio do céu

Mesmo depois de centenas de fábricas encerrarem suas atividades e mais de um milhão de veículos pararem de rodar, Pequim não chegou às 100 mg/m³ de partículas em suspensão no ar, como determina as normas nacionais. Pelo contrário, nesta segunda-feira, a quantidade de partículas chegou a 113 mg/m³, mais do dobro da meta fixada pela Organização Mundial de Saúde, que é de 50 mg/m³, o que fez com que uma nuvem espessa de poluição pairasse sobre a cidade sede das Olimpíadas. Preocupados com o fracasso das medidas adotadas até então, os organizadores dos jogos estão planejando um novo conjunto de ações de emergência para tentar afastar a poluição. Se nem isso der certo, a esperança é que o alívio venha dos céus, com a chuva anunciada para os próximos dias, diz notícia do jornal inglês The Guardian.

Redação ((o))eco ·
28 de julho de 2008 · 18 anos atrás

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