Notícias

Combustível feito de palha

Processo usado por nazistas durante II Guerra Mundial é adaptado pela Universidade de Campinas para geração de combustível limpo, feito com palha da cana-de-açúcar

Redação ((o))eco ·
19 de outubro de 2009 · 17 anos atrás

A Universidade de Campinas (Unicamp) começou a desenvolver um projeto para obtenção de combustível feito com a palha da cana-de-açúcar. O método de obtenção do biocombustível já é conhecido: a gaseificação, muito usada na II Guerra pela Alemanha, que teve o acesso ao petróleo cortado, para conversão de carvão mineral em gasolina. A mudança é que o processo, que leva o nome de seus criadores, os alemães Fischer eTropsch, usa a palha como matéria-prima. Este é um dos trabalhos do Grupo de Combustíveis Alternativos da Unicamp, que também pesquisa o reaproveitamento energético de resíduos vegetais. O processo, chamado de briquetagem, consiste na compactação desses resíduos para produção de combustíveis sólidos alternativos à lenha e ao carvão vegetal. O material já é comum em churrascos feitos pelo grupo, diz o orientador da turma, Walfrido Pippo.

 Atalho:

Jornal da Unicamp

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Salada Verde
11 de junho de 2026

Governo muda regras do FNMA para acelerar repasses contra incêndios florestais

Novo decreto simplifica o acesso ao Fundo Nacional do Meio Ambiente e promete acelerar recursos para prevenção e combate a incêndios florestais

Notícias
11 de junho de 2026

Em pacotão de medidas ambientais, Lula cria e amplia parques nacionais

Governo assinou conjunto de decretos ambientais que foram desde unidades de conservação, à regulamentação de mecanismos financeiros e política de restauração na Caatinga

Colunas
11 de junho de 2026

Não há mais retorno, mas como seguimos em frente?

Embora os recifes localizados dentro dessas áreas protegidas não estejam imunes ao aquecimento dos oceanos, há evidências de que a mortalidade tende a ser menor em regiões bem conservadas

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.