Notícias

Manancial emporcalhado

Sabesp retira mais de 11 toneladas de lixo da represa de Guarapiranga somente em dezembro. Volume é recorde desde que companhia iniciou trabalhos de limpeza em mananciais de SP

Redação ((o))eco ·
12 de janeiro de 2010 · 16 anos atrás

Mais de 11 toneladas  de materiais sólidos, como plásticos, pneus, garrafas e pedaços de madeira foram retirados na represa de Guarapiranga, manancial da cidade de São Paulo, em dezembro passado, durante operação da Companhia de Saneamento paulista, Sabesp. Este é o maior volume retirado, desde que a empresa começou o projeto de limpeza das águas paulistas, há três anos. Segundo nota divulgada hoje (12) pela Companhia, as equipes têm removido, por mês, cerca de 7,8 toneladas de lixo da represa, montante até então inédito. O maior volume havia sido registrado em fevereiro de 2009, quando 7,3 toneladas de materiais sólidos foram retirados. Em 2009, saíram das águas da Guarapiranga  56,3 toneladas de lixo no total,  também um recorde. Em 2007, quando as limpezas periódicas começaram, foram recolhidos 20,7 toneladas.

 

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Salada Verde
22 de maio de 2026

IPAM e UNODC lançam guia para proteção de terras indígenas

Documento defende o protagonismo indígena na proteção territorial e reúne práticas para enfrentar invasões, garimpo e desmatamento ilegal

Reportagens
22 de maio de 2026

Racismo ambiental: quem fica de fora da discussão climática no Brasil?

Agendas como a transição energética e planos climáticos avançam sem incluir populações periféricas, indígenas e tradicionais nas decisões

Notícias
22 de maio de 2026

Mudanças climáticas encurralam aves nas montanhas da Chapada Diamantina

Aumento da temperatura global pode comprometer a sobrevivência de espécies de distribuição mais restrita ao topo das montanhas, como o beija-flor-de-gravata-vermelha

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.