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Cravado em meio a uma floresta para lá de preservada, o CIMA vai ocupar 40,6 hectares que por pouco viram um aterro. Até o fim do ano, sete mil alunos de escolas públicas do vale do Itapocu e norte de Santa Catarina vão caminhar pelas trilhas acompanhados de monitores. Cerca de 200 professores também serão capacitados. Segundo a fundadora do Rã-Bugio, Elza Woehl, os trabalhos estão virando a cabeça dos estudantes do interior, acostumados com a agricultura passando por cima das árvores. "Ao final, sempre pedimos que o estudante faça um relatório dizendo o que aprendeu. Muitos colocam que mudaram sua visão e aprenderam a valorizar a floresta", comemora.

Redação ((o))eco ·
29 de abril de 2008 · 18 anos atrás

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