
A descoberta é Márcia Divina de Oliveira, da Embrapa Pantanal, durante pesquisa de doutorado pela Universidade Federal de Minas Gerais. Parte do trabalho aconteceu na Universidade Estadual de Michigan (Estados Unidos).
Segundo ela, a expansão do mexilhão pelo país aumentará impactos ambientais e econômicos decorrentes da eliminação de espécies nativas. Além disso, hidrelétricas no rio Paraná sofrem com entupimento em tubulações e prejuízos a sistemas de refrigeração. As usinas têm usado cloro para tentar se livrar o molusco. A prática também pode causar danos ambientais.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
O papel das pessoas na recuperação de um rio
A transformação do Córrego Tiquatira de esgoto a céu aberto a parque, repleto de gente e atividades revela um componente essencial: o pertenciment →
STF valida redução de área protegida no Pará para abrir caminho à Ferrogrão
Supremo considera constitucional mudança nos limites do Parque Nacional do Jamanxim, em decisão que favorece projeto ferroviário alvo de críticas socioambientais →
Arborização urbana esbarra na falta de continuidade das prefeituras
Metas e dispositivos legais existem, mas a falta de coordenação, orçamento próprio e problemas de gestão figuram como grandes empecilhos →

