Salada Verde

Promotores criam jogo para educação ambiental

Jogo de memória para educação ambiental do Ministério Público de Pernambuco ganha reconhecimento em escolas.

Redação ((o))eco ·
24 de agosto de 2010 · 11 anos atrás
Salada Verde
Sua porção fresquinha de informações sobre o meio ambiente
A comissão de Gestão Ambiental do Ministério Público de Pernambuco inovou na comunicação de questões de meio ambiente aos aos servidores e promotores. Criou um jogo de memória memória chamado “Eu respeito o meio ambiente” . O princípio por trás é agir localmente e pensar globalmente.
 
A promotora Rejane Strieder, a chefe da comissão,  contou com apoio de servidores ligados à assessoria de comunicação, ilustradores e publicitários. O jogo, em um arquivo no formato PDF, tem trinta cartas, cada uma com uma mensagem simples, dirigida ao público mais jovem. Além de informações sobre os cuidados que devem ser observados ao se utilizar água, alguns conselhos para se evitar a incineração de lixo e evitar a poluição sonora – essa última tão frequente desde que se tornou comum a venda de CDs produzidos artesanalmente em carrinhos empurrados pelas grandes cidades pernambucanas.
 
O jogo foi oferecido nas escolas públicas, como material paradidático dos alunos. A aceitação ultrapassou os limites do estado nordestino. O Instituto Nacional de Câncer (Inca), no Rio de Janeiro, tomou conhecimento da peça e pediu autorização da comissão de Gestão Ambiental do MP de Pernambuco para também desenvolver uma campanha de conscientização e responsabilidade socioambiental no Inca. O jogo também ficará disponível para os pacientes da pediatria e para os filhos das pessoas que estiverem em tratamento no instituto.

Conheça o jogo da memória pelo link, mas antes confira algumas das imagens da inciativa interativa:

 

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Comentários 1

  1. Treep diz:

    Vejo como de extrema importância a preservação dessas areas,
    o turismo agradece e deve ser feito de forma consciente.
    Não sei o que é melhor, mas com o governo atual, municipalizar talvez não seja tão ruim , desde que seja com leis próprias que garantam manter preservado e fiscalizado.