
Manoel Francisco Brito, que já confessou aqui seu fascínio com o lado mais feio da natureza, encontrou nessa borboleta a sua alma gêmea. Ela insistia em pousar apenas sobre as margaridas mais murchas de um jardim em Petrópolis, no Estado do Rio. Brito não resistiu e resolveu fotografar a criatura com quem, aparentemente, tem ao menos uma afinidade. A foto foi feita com uma Canon 40D em ISO 100, flash e lente Canon 135 mm.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Por que a natureza é a infraestrutura mais inteligente que as cidades podem ter?
Conservar áreas naturais deixou de ser uma pauta ambiental e passou a ser uma decisão estratégica de planejamento urbano, gestão de riscos e desenvolvimento econômico de longo prazo →
Tuvalu tenta levar ao Pacífico articulação internacional para fim dos fósseis
A proposta apresentada em Santa Marta busca transformar conferência paralela às COPs em articulação política por regras para reduzir petróleo, gás e carvão →
Alerta severo: a infraestrutura de vitrine não protege as periferias de Belém
Com 225 decretos de emergência, os belenenses enfrentam o paradoxo de ter sediado o debate global enquanto suas periferias pagam o preço de uma urbanização que ignora as bacias hidrográficas da cidade →
