Notícias

Palitinho da discórdia

Apesar de discretos, os hashis – aqueles pauzinhos de madeira usados como talheres – estão causando um auê na China. Geralmente descartáveis, os pequenos notáveis estão sendo apontados por ambientalistas como inimigos número um das florestas. Uma reportagem do Wall Street Journal mostra que, por ano, quase 70 bilhões de palitinhos produzidos saem da fábrica com a morte decretada após a primeira refeição. Incomodados com o desperdício, ativistas têm rodado cidades numa campanha para convencer os cidadãos a levarem seus próprios palitinhos no bolso – e reutilizá-los. Alguns restaurantes já abraçaram a proposta, mas o setor industrial tem forçado a barra para não ter de diminuir a produção, alegando que estão, sim, atentos à questão da sustentabilidade.

Redação ((o))eco ·
8 de fevereiro de 2008 · 18 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Notícias
27 de julho de 2026

Países avaliam pela primeira vez o progresso das metas globais de biodiversidade

Reunião das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica no Egito analisa progresso das 23 metas estabelecidas no Marco Global de Kunming-Montreal até 2030

Reportagens
27 de julho de 2026

Maquiada de verde, mineração de terras raras impacta territórios  e amplia conflitos pela água em Goiás

Na corrida por minerais críticos, corporações utilizam discurso ambiental para avançar em áreas de interesse socioambiental

Colunas
27 de julho de 2026

O ar que mata, mas não entra na estatística

Como a subnotificação das mortes associadas à poluição do ar e ao calor extremo invisibiliza uma das maiores crises de saúde pública do nosso tempo

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.