Notícias

Gol no STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) julgou improcedente pedido de liminar contra a criação da Reserva Biológica das Araucárias, no Paraná. Ele foi feito pela Companhia Florestal Guapiara, que explorava florestas em partes dos 16 mil hectares destinados à Unidade de Conservação. A empresa, no seu pedido, alegou que não havia sido feito um estudo técnico para embasar a criação, que não houve consulta pública sobre a proposta federal e, finalmente, que seu trabalho na área não resultou em danos ao meio ambiente. Eros Grau, ministro encarregado de apreciar a liminar, considerou os dois argumentos iniciais uma bobagem. Sobre o terceiro, cumprimentou a companhia, mas disse que seu interesse não pode se sobrepujar ao interesse público.

Redação ((o))eco ·
5 de setembro de 2006 · 20 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Análises
3 de julho de 2026

Proteger o oceano é garantir um futuro sustentável

Responsável por cobrir cerca de 71% da superfície terrestre, o oceano regula o clima, produz mais da metade do oxigênio da Terra e abriga uma biodiversidade essencial para a vida

Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca. Foto: Simone Corrêa Becker / Wikimedia
Notícias
2 de julho de 2026

Câmara aprova regime de urgência para PL que reduz APA da Baleia Franca, em SC

Com isso, projeto de lei que exclui parte terrestre da Área de Proteção Ambiental (APA) no litoral catarinense pode ir direto ao Plenário para votação

Colunas
2 de julho de 2026

Quem nasceu primeiro: a ciência ou a ancestralidade?

Reconhecer os saberes tradicionais não é olhar para trás, mas compreender que uma sociobioeconomia justa e sustentável só se constrói quando ciência e ancestralidade caminham juntas

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.