Carlos Minc (MMA) e seus colegas Guilherme Cassel (MDA) e Reinhold Stephanes (Mapa) andam papeando sobre o que o Ministério da Agricultura chama de “atualização da legislação ambiental”. Nas palavras de Stephanes, “o Bioma Amazônico e regiões agrícolas consolidadas precisam ser tratados de forma diferente pela lei”. Nesse roldão, seu ministério projeta mudanças na legislação de crimes ambientais e também florestal, englobando áreas de preservação permanente e reservas legais, vistas como entraves à produção por proprietários de terras na Amazônia e outras regiões. Minc já avisou que “Com 40 anos, a legislação tem pontos que não são cumpridos porque não há condições de serem cumpridos”, conforme nota do Ministério da Agricultura. Será por isso que o desmatamento só cresce? Há prazo de 60 para que as pastas definam suas propostas de mudanças legislativas.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Brasil deve reforçar planejamento para enfrentar novo ciclo de El Niño e eventos extremos
Independentemente de partidos, ideologias ou preferências pessoais, candidatos precisam compreender que a adaptação às mudanças climáticas deixou de ser apenas uma questão ambiental →
Um Dia no Parque: mais de 300 áreas protegidas abrem as portas no próximo final de semana
Com atividades gratuitas, programação do evento que celebra unidades de conservação do país inclui desde visitas guiadas, observação de aves e palestras até práticas esportivas →
Revisar a CONAMA 430 é proteger a água, a vida e o futuro
A sociedade espera uma norma mais moderna, mais transparente e mais protetiva. Não podemos permitir que interesses econômicos comprometam a qualidade das águas e a saúde das futuras gerações →

