A revista Nature publicou uma série de artigos sobre a perspectivas futuras de quatro biocombustíveis, ainda considerados experimentais. Estes não incluem o falido óleo de mamona, antigo xodó de Lula, que até um tempo atrás distribuía sementes a todo visitante estrangeiro, que tinha que pagar um mico no Planalto. Os experts chegaram à conclusão de que o pinhão-manso, no atual estágio, é uma roubada. O etanol celulósico (que o Brasil não produz comercialmente) sofreu com a dimunição dos investimentos devido à crise global e com a baixa nos preços do petróleo, mas espera-se que com o aquecimento da economia os projetos sejam retomados em breve.
O ainda experimental processo de “biomassa-para-líquido “, que transforma matéria orgânica em algo que pode ir direto para um motor ainda precisa de refinamento, mas já há uma empresa que transforma restos de um abatedouro de perus em óleo combustível, e empresas como a Chevron estão interessadas no processo.
Os favoritos de qualquer biólogo são os biocombustíveis produzidos por algas cultivadas. Empresas como a Exxon e a Dow formaram parcerias para desenvolver o produto e os investimentos na área se multiplicam. Uma empresa, Solazyme, deve produzir quantidades comerciais que serão usadas pela marinha americana, o que permitirá testar a tecnologia. Nada como dar um bom uso aos brinquedos do militares. As informações são da revista Discovery.
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