Nota distribuída hoje pelo federal Sipam – Sistema de Proteção da Amazônia conta que quase 600 hectares em desmatamentos ilegais foram flagrados no semestre passado dentro da área de proteção ambiental (APA) Cabeceiras do rio Cuiabá, nos municípios matogrossenses de Rosário do Oeste e Nobres. O crime foi detectado com a ajuda de imagens de satélite e, após vistoria em campo pela secretaria de meio ambiente do Mato Grosso, foram aplicadas multas somando mais de um milhão de reais. Segundo o órgão estadual, alguns desmatadores eram reincidentes. Isso mostra pressão contínua sobre a APA, que perdeu quase três mil hectares de florestas entre 2007 e 2008. Mais de 40% de sua vegetação já desapareceram. A nota do Sipam não informou o nome de quem cometeu a ilegalidade e nem se as multas foram pagas.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Depois de 100 anos, ciência identifica nova espécie de felino na Bolívia
Animal batizado de “tilcayo” se assemelha a um gato-do-mato, mas prossegue rodeado de mistérios. É o primeiro felino descoberto desde o gato-do-pampa, em 1923 →
Quem faz a coexistência entre pessoas e fauna silvestre acontecer?
Por que precisamos reconhecer, formar e apoiar gestores e gestoras de coexistência e entender seu papel na conservação de espécies em conflito com moradores →
Ariranhas em risco: como conciliar conservação e turismo de observação?
O Pantanal se consolida como destino mundial de observação de fauna, mas o crescimento do turismo ainda ocorre sem diretrizes e políticas claras →

