Notícias

Pior do que o previsto

Um novo estudo sobre as mudanças climáticas promete deixar em estado máximo de alerta a comunidade científica do planeta. Realizado por pesquisadores da Universidade de Victoria, Canadá, o documento condiciona a um corte de 50% da atual concentração de carbono até 2050 para que a temperatura não aumente em mais de 2ºC neste século. O problema é que isso não será suficiente no longo prazo. Caso no século 22 ainda exista esperança de manter os termômetros em níveis menos catastróficos, será necessário reduzir as emissões humanas de gases estufa em sua totalidade. A pesquisa contou com a participação do cientista brasileiro Álvaro Montenegro e levou em conta a relação entre o CO2 e os oceanos. De acordo com a Folha de São Paulo, o texto não ficou pronto a tempo de entrar no relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) da ONU.

Redação ((o))eco ·
15 de outubro de 2007 · 19 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Notícias
11 de junho de 2026

Em pacotão de medidas ambientais, Lula cria e amplia parques nacionais

Governo assinou conjunto de decretos ambientais que foram desde unidades de conservação, à regulamentação de mecanismos financeiros e política de restauração na Caatinga

Colunas
11 de junho de 2026

Não há mais retorno, mas como seguimos em frente?

Embora os recifes localizados dentro dessas áreas protegidas não estejam imunes ao aquecimento dos oceanos, há evidências de que a mortalidade tende a ser menor em regiões bem conservadas

Reportagens
11 de junho de 2026

Nova lei enfraqueceu licenciamento ambiental e o transformou em exceção

Apelidada de “mãe de todas as boiadas”, a lei criou amplas possibilidades de licenças autodeclaratórias e dispensas de licenciamento, e limitou atuação de órgãos de proteção

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.